Dircom realiza implementação da Política de Comunicação em Caçador e Canoinhas

Implementação da Política no Câmpus Caçador.

Servidores dos câmpus Canoinhas e Caçador participaram, nos dias 31 de março e 1 de abril, da capacitação em comunicação que integra a implementação da Política de Comunicação do IFSC. Uma equipe com integrantes da Diretoria de Comunicação (Dircom) foi até os câmpus para ministrar a capacitação e conversar com os servidores sobre a comunicação institucional.

A equipe da Dircom – formada pela diretora Waléria Külkamp Haeming; pela coordenadora de Eventos, Nadia Garlet; pelo coordenador de Programação Visual, Bruno Cavalheiro Bertagnolli; e pelo jornalista Felipe Ferreira Bem Silva (da Coordenadoria de Jornalismo) – abordou nos dois câmpus as principais atribuições da comunicação institucional, enfatizando o papel das áreas de eventos, jornalismo e programação visual, e falou sobre as inovações que a Política de Comunicação traz em seus 15 capítulos, como a proposta de trabalhar a comunicação institucional de forma integrada entre Reitoria e câmpus com base em diretrizes comuns. As jornalistas Giovana Perine Jacques (TV IFSC – Reitoria) e Carla Algeri (Câmpus Joinville, responsável atualmente por atender os quatro câmpus da mesorregião Norte) integraram a equipe que ministrou a capacitação no Câmpus Canoinhas.

Implementação da Política no Câmpus Canoinhas

A Política de Comunicação do IFSC, construída pela Dircom com participação dos servidores do IFSC e orientação de um consultor contratado, estabelece diretrizes para o trabalho de comunicação institucional do IFSC, prevê a criação de manuais para sua operacionalização e trata de temas como a profissionalização da comunicação, com setores especializados nos câmpus.
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Servidores recém-chegados ao IFSC ou com mais tempo de casa, que tiveram ou não contato com a Política de Comunicação, participaram da capacitação e gostaram do evento. “Gostei bastante da proposta e pude entender melhor como funciona a instituição”, comenta o pedagogo Igor Guterres Faria, do Câmpus Canoinhas, que ingressou no IFSC há duas semanas. “Eu sempre senti falta de algumas padronizações – como de documentos, por exemplo. Gosto também da comunicação interpessoal e acredito que a política vai me ajudar a desenvolver esse trabalho”, comenta a assessora da direção do Câmpus Canoinhas, Jeane Silveira, que atua no IFSC desde 2011 e hoje é responsável pelo contato do câmpus com empresas e organizações parceiras.

Em Caçador, o chefe do Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão (Depe), Luiz Alberto Vicari, e a bibliotecária Derli Sandra Dorigon, leram a Política de Comunicação antes da capacitação e elogiam a iniciativa. “A gente percebe que foi um trabalho bem feito e com bastante rigor metodológico. Na minha opinião, temos que melhorar principalmente a comunicação interna”, afirma Luiz. “Achei a leitura bastante fácil. Essa política de comunicação vai nos ajudar a melhorar a comunicação com os nossos públicos e eles vão ajudar a divulgar o IFSC lá fora”, diz Derli.

As capacitações em comunicação para implementação da Política já foram realizadas na Reitoria e em 15 câmpus: Garopaba, Florianópolis, Criciúma, São José, Gaspar, Chapecó, São Carlos, Xanxerê, São Miguel do Oeste, Lages, Urupema, Canoinhas, Caçador, Joinville, Jaraguá do Sul, Geraldo Werninghaus (esses três últimos nos dias 3 e 4 de abril. Confira matéria no Link Digital da próxima semana). As próximas capacitações serão nos câmpus Araranguá, Florianópolis-Continente, Itajaí e Palhoça, em datas a ser definidas.

Opiniões

Em cada implementação, a equipe da Dircom pede para que os servidores reúnam-se em grupos e respondam a duas perguntas. Uma é sobre como os temas tratados na Política de Comunicação relacionam-se com o cotidiano do servidor e, a outra, sobre como fazer para que a Política não vire um “documento de gaveta”. Confira algumas respostas entregues por escrito por servidores.

1) Como você as questões apresentadas na sua prática?

– Como atendemos ao público no dia-a-dia, as questões da clareza ea  necessidade de formalização da comunicação são evidentes.

– O câmpus está planejando uma semana de empreendedorismo com diferentes atividades relacionadas ao tema e integrada à Semana de Ciência e Tecnologia. Essas atividades têm como objetivo alcançar diversos dos públicos estratégicos do IFSC. Para isso, o planejamento desta semana vai conscientizar não apenas a existência desses públicos, mas também os canais de comunicação e demais itens da Política de Comunicação. Neste sentido, as ações a ser realizadas devem levar em consideração e Política apresentada.

– Percebemos que é importante para padronizar as informações acerca da instituição.

– São questões fundamentais, mas pouco efetivas, uma vez que as informações são, na maioria das vezes, disponibilizadas, mas nem sempre de forma eficiente.

2) Que ações podem ser feitas por cada um e pelo câmpus para não transformar a Política de Comunicação do IFSC em um documento de gaveta?

– A Política de Comunicação deve ser uma ferramenta de trabalho dos servidores e dos câmpus. Do ponto de vista individual, é importante a verificação da Política de Comunicação de quais pontos estão mais relacionados à atividade ligada ao servidor. Do ponto de vista do câmpus e do IFSC como um todo, criar eventos e atividades para discussão e capacitação.

– Conscientizar que a comunicação precisa de investimentos, inclusive financeiros, para fortalecer a equipe. Oferecer processos de capacitação aos servidores de forma contínua.

– Consulta frequente à Política de Comunicação visando sua aplicação.

– Fortalecer o processo de comunicação interna; planejar as ações do câmpus; criar grupos de discussão nas várias áreas do câmpus.

– Ter um ou mais responsáveis no câmpus. Porém, essas pessoas devem envolver todos. Os gestores devem participar de forma efetiva e constante na Política.

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