IFSC conta com Comitê Permanente de Gestão de Crises

Toda instituição está sujeita a passar por situações de crise que podem afetar ainda mais a sua imagem e reputação dependendo da forma com que o problema for tratado. Para trabalhar de maneira preventiva e buscar reduzir os impactos de crises quando essas ocorrerem, o Instituto Federal de santa Catarina (IFSC) constituiu – por meio da portaria nº 1618/2013– o Comitê Permanente de Gestão de Crises. A proposta de criação do grupo foi estabelecida pela Política de Comunicação do IFSC, lançada em setembro deste ano.

O objetivo do comitê é gerir as situações de crise de forma a propiciar uma interação ágil e competente com os públicos estratégicos do IFSC, além de favorecer a circulação da versão oficial diante dos fatos circunstanciais que motivaram a crise. O grupo é formado pela reitora, diretora-executiva, assessora técnica do Gabinete, pró-reitores, diretores-gerais dos câmpus, além do ouvidor, da diretora de comunicação, da relações públicas e de jornalistas do Instituto.

A presidente da comissão que construiu a Política de Comunicação e diretora de comunicação do IFSC, Waléria Külkamp Haeming, explica que a intenção de propor a criação desse comitê foi para dispor de um sistema de gestão de crises que permita ao IFSC enfrentar situações emergenciais a fim de evitar prejuízos à sua imagem e reputação. “Entendemos que o sistema deveria necessariamente incorporar um comitê de crise com a participação da área de comunicação, que pode contribuir para uma gestão mais adequada da situação”, conta.

De acordo com Waléria, o Comitê será acionado sempre que houver uma crise em potencial. “Não necessariamente todos os membros serão chamados, pois avaliaremos de acordo com a situação as pessoas que precisam ser acionadas conforme a abrangência do problema para discutir a forma de como o IFSC deve lidar com cada caso”, destaca.

Caberá ao Comitê Permanente de Gestão de Crises indicar as fontes que irão se pronunciar durante a crise. “Queremos evitar que pessoas não autorizadas deem declarações que não sejam as oficiais e tornem a situação ainda pior e mais confusa para os envolvidos”, afirma Waléria.

A forma de lidar com crises foi considerada tão importante para o IFSC – diante do impacto que pode ter na imagem e na reputação da instituição – que o tema mereceu um capítulo na Política de Comunicação, onde é possível conferir de maneira mais detalhada as diretrizes básicas para essas situações. Clique aqui para ler o documento ( Capítulo 12 – p. 82 – 84).

Confira aqui também os servidores que compõem o comitê.

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